Guarda Municipal ‘escolta’ lojas de chocolate em BH

Aproximação da Páscoa forma filas em lojas da capital e agentes tentam conter aglomeração de pessoas

As lojas de chocolate em Belo Horizonte começaram a receber nesta quarta-feira a presença de agentes da Guarda Civil Municipal. A ação é para evitar a aglomeração de clientes nos estabelecimentos.

Os agentes orientam os gerentes ou responsáveis a organizar filas externas às lojas, com distanciamento adequado entre os clientes. “O atendimento pode ser feito apenas na parte externa do estabelecimento. Esse trabalho da Guarda Municipal irá permanecer enquanto durar a procura aquecida por chocolates e ovos de Páscoa”, disse o comandante da Guarda Civil Municipal, Rodrigo Prates.

Com a chegada da Páscoa em período de pandemia do novo coronavírus, o prefeito Alexandre Kalil (PSD) já havia anunciado na última segunda-feira que as lojas de chocolates só poderiam atender da porta pra fora. Ele havia enfatizado ainda que a Guarda Municipal não estaria autorizada a deixar as lojas de chocolate abertas. 
“Não existe isso, isso é fake news. Loja de chocolate é fake news. Eu não sei quem deixou! A Guarda Municipal não está autorizada a deixar loja de chocolate nenhuma aberta. Não é hora de comer chocolate, não. É hora de tentar comer arroz e feijão. Com todo o respeito, falar em chocolate agora é agredir a inteligência, agredir o coração da pobreza, da miséria, do aglomerado e da vila, principalmente do internado, do doente”, afirmou Kalil em entrevista coletiva.

 Pelo Twitter, o chefe do Executivo municipal disse nesta quarta-feira que, a partir de amanhã (quinta, 9), todos os serviços não essenciais da capital estarão proibidos de funcionar.

fonte: Estado de Minas

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