Justiça ouve envolvidos no assassinato de fisiculturista em boate de BH

Três acusados de envolvimento no assassinato do fisiculturista Allan Guimarães Pontelo, morto após ser espancado por seguranças dentro da boate Hangar 677, foram ouvidos durante uma audiência nesta segunda-feira (29) no Fórum Lafayette, em Belo Horizonte. Um dos donos da casa de eventos também depôs como testemunha. O crime aconteceu em setembro de 2017.

Segundo o Ministério Público de Minas Gerais, Pontelo foi abordado por seguranças no banheiro depois de uma denúncia de que estaria traficando drogas no local. Ele foi levado para uma área restrita e, de acordo com as investigações, não quis ser revistado, e aí teria sido espancado até a morte. O laudo da necropsia revelou que ele foi asfixiado.

Na audiência desta segunda-feira, a terceira do processo, o outro dono da boate também seria ouvido, mas não compareceu. A Hangar 677 fica no bairro Olhos D’água, na Região Oeste de Belo Horizonte.

No total, cinco pessoas são acusadas do crime. Dos ouvidos nesta segunda-feira, um está preso, outros dois estão em liberdade e são monitorado por tornozeleira eletrônica. Dois acusados estão foragidos.

Dênio Pontelo, pai de Allan, acompanhou a audiência e disse que espera a condenação dos acusados. “Além de matar, espancar, fazer tudo. Ainda denigrem a imagem do meu filho. Que era isso, que era aqui. Espero que exista uma punição, pelo amor de Deus. E ele há de ajudar nós”, desabafou.

Fonte:https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2019/04/29/justica-ouve-envolvidos-no-assassinato-de-fisiculturista-em-boate-de-bh.ghtml

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