Justiça pede à prefeitura de BH informações sobre fornecimento de máscaras a profissionais de saúde

Segundo diretor do Sindicato dos Servidores Públicos da capital mineira, profissionais de saúde que não estão na linha de frente do atendimento a pacientes suspeitos de contaminação pelo COVID-19 não estão recebendo máscaras.

A Prefeitura de Belo Horizonte deverá apresentar à Justiça, até a próxima segunda-feira (20), informações sobre fornecimento de equipamentos de proteção individual, como máscaras cirúrgicas, a profissionais de saúde, além do estoque, aquisições e tempo de uso.

A determinação ocorreu após pedido liminar do Sindicato dos Servidores de Belo Horizonte (Sindibel) para fornecimento imediato de máscaras a todos os profissionais que trabalham nas unidades de saúde da capital. A partir destes dados, é que será decidido sobre a disponibilização dos EPIs a estes profissionais.

Segundo o Sindicato, quem não trabalha na linha de frente no combate ao coronavírus, não está tendo acesso regular às máscaras.

“A prefeitura está desrespeitando normas da Anvisa e da OMS para profissionais que estão dentro de UPA e Centros de Saúde. Quem está a menos de um metro de distância deve usar máscara cirúrgica. Mas quem está na sala de medicação, na sala de vacinas, fazendo curativo, colhendo exames, não está tendo este equipamento. Ontem, fizemos fiscalização e identificamos profissionais com máscaras de panos. Por mais que seja recomendado para pessoas nas ruas, não é recomendado em centro de saúde”, disse o médico e diretor do Sindibel, Bruno Pedralva.

Ainda de acordo com o Sindibel, casos de contaminação pela doença são recorrentes, mas a prefeitura não informa, ao sindicato, o número. Somente na Unidade de Pronto Atendimento Leste, pelo menos três enfermeiras estariam afastadas por estarem contaminadas. Uma delas está internada em CTI de hospital de BH.

fonte: g1

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