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‘Não tem como entender’, diz amigo de família morta em ataque na Pampulha, em BH

Os corpos de João Pedro Seabra Anísio, de 26 anos, e da mãe dele, Élida Maria Seabra, de 57, foram enterrados neste sábado (27), no Cemitério da Paz, na Região Noroeste de Belo Horizonte. “É uma situação muito difícil. Até agora, a gente tenta entender o que aconteceu, mas não tem como entender”, disse o amigo da família Luiz Alberto Miranda.

Élida e o filho mais velho morreram no hospital, na tarde desta sexta-feira (26), após serem vítimas de um ataque promovido pelo ex-companheiro de Élida no bairro Universitário, na Região da Pampulha, em Belo Horizonte, na madrugada de segunda-feira (22).

Na última terça-feira (23), o filho mais novo, Paulo Henrique, de 24 anos, que também foi vítima do ataque, morreu no mesmo hospital. O corpo dele foi enterrado na quarta-feira (24).

Élida e João Pedro estavam internados no Hospital de Pronto-Socorro João XXIII desde o dia do crime. Os dois foram baleados e queimados por Tchaikovsky Mourão, que, segundo a PM, não aceitava o fim do relacionamento com Élida. Ele ateou fogo na casa.

“Infelizmente, foi uma fatalidade muito grande, a família está sofrendo muito. Quem conhecia os meninos, quem conhecia a Élida sabe que eram pessoas de boa índole, pessoas de muita luz. Gente de bem e que não merecia isso”, disse o amigo da família.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, Élida teve queimaduras de segundo grau e os filhos, de terceiro. Ela chegou a dizer aos policiais que Tchaikovsky era colecionador de armas e praticava tiro esportivo.

Ele foi encontrado carbonizado depois de atirar contra os dois enteados e a ex-mulher e colocar fogo na casa com todos dentro. A arma também foi queimada.

“Ele encarcerou os familiares no interior da casa e provocou incêndio na residência”, disse o tenente da PM Renilson Guimarães. Vizinhos relataram ter ouvido mais de 30 disparos durante a madrugada.

De acordo com a Polícia Civil, o caso está sendo investigado pelo delegado Luciano Guimarães.

Fonte:https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2019/04/27/nao-tem-como-entender-diz-amigo-de-familia-morta-em-ataque-na-pampulha-em-bh.ghtml

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