Últimas notícias sobre a crise no preço do petróleo de 10 de março

A statement by President Jair Bolsonaro asking for lower interest rates at Banco do Brasil (BB) put a brake on the bullish move of the Bovespa Index yesterday. The stock market closed the trading session with a fall of 0.05% at 96,187.75 points. During his participation in the opening of Agrishow, Bolsonaro defended the reduction of Banco do Brasil's interest in the promotion of rural credit. The president addressed the president of BB, Rubem Novaes, and, in a tone of good humor, said: "I appeal, Rubem, to your heart and patriotism, that these interests fall a little more." Bolsonaro said during the event that the government will release R $ 1 billion into the rural insurance program, but did not give details about the credit. The statement on interest had immediate effect on Banco do Brasil's shares, which abandoned the bullish signal with which they had been operating and contaminated the other shares of the financial sector. (Photo by Cris Faga/NurPhoto via Getty Images)

Bolsas europeias abriram estáveis e com leve alta um dia após turbulência nos mercados causada por guerra de preços do petróleo entre Rússia e Arábia Saudita

Um dia após a turbulência provocada pela guerra de preços do petróleo entre Rússia e Arábia Saudita, os mercados mostram recuperação nesta terça-feira (10).

Veja os principais destaques do dia*:

  • Barril do petróleo Brent: alta de 6,66%, a US$ 36,65
  • Barril do petróleo WTI: alta de 7,29%, a US$ 33,40
  • Dólar: queda de 1,4%, a R$ 4,6621
  • Bovespa: alta de 2,65%, a 88.345 pontos
  • Ação da Petrobras: alta de 4,61% (preferenciais), 3,49% (ordinárias)
  • Ação da Vale: alta de 9,23%
  • Bolsa de Tóquio: fechou em alta de 0,85%
  • Bolsa de Frankfurt: queda de 0,02%
  • Bolsa de Milão: queda de 2,27%
  • Bolsa de Londres: alta de 0,38%
  • Bolsa de Moscou: queda de 12,8%

Veja os últimos destaques

  • Segundo a agência Reuters, os investidores avaliam que os países podem disparar possíveis estímulos econômicos diante da crise
  • O dia é de expectativas de que ainda seja possível que a Rússia e os países da Opep voltem às negociações para evitar a guerra de preços
  • Na noite de segunda-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que tomará importantes medidas para proteger a economia dos EUA
  • Segundo a Casa Branca, Trump conversou nesta terça com o príncipe saudita. Os dois teriam discutido sobre os mercados globais de energia, entre outros assuntos
  • Por meio de uma rede social, o presidente dos EUA também pressionou o Federal Reserve (o BC local) a cortar os juros e a implementar medidas de estímulo à economia
  • O governo do Japão informou que planeja gastar mais de US$ 4 bilhões em um segundo pacote de ações para lidar com o vírus – o que pode ajudar a conter a desaceleração econômica

Cronologia da crise do petróleo

  • epidemia de coronavírus reduziu as expectativas de crescimento econômico global e a estimativas de demanda mundial pelo petróleo, fazendo recuar o preço da commodity. Empresas passaram a consumir menos energia, o número de voos de aviões se reduziu e a indústria chinesa enfrenta dificuldades.
  • Como forma de estabilizar os preços, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), grupo dos maiores produtores da commodity, que inclui a Arábia Saudita, propôs ampliar os cortes na produção – com a redução da oferta, os preços tendem a subir.
  • A Arábia Saudita, no entanto, condicionou o corte à colaboração da Rússia, um dos maiores produtores mundiais. O país não faz parte da Opep, mas há três anos é um aliado, sendo parte do que ficou conhecido como Opep+.
  • Na sexta-feira (6), a Rússia se negou a cortar sua produção. Em resposta, a Opep removeu todos os seus próprios limites de bombeamento. Com isso, o petróleo Brent sofreu sua maior queda diária em mais de 11 anos.
  • No final de semana, a Arábia Saudita, maior exportadora de petróleo do mundo, retaliou a decisão russa, decidiu adotar o maior corte dos preços do barril em 20 anos e anunciou que iria aumentar a produção para ganhar participação no mercado.
  • decisão deu início a uma guerra de preços, que afetou as cotações globais e teve repercussões em todo o mundo.
  • Os Estados Unidos podem ser particularmente afetados – não só por serem os maiores consumidores de petróleo, mas porque uma queda acentuada nos preços do petróleo torna pouco competitivo o óleo extraído no país – especialmente o produzido a partir do gás de xisto, cujos custos são altos.
  • Em mais uma jogada do xadrez dos preços, o Ministério de Finanças da Rússia afirmou nesta segunda que o país poderia suportar preços do petróleo de entre US$ 25 e US$ 30 o barril por um período de entre seis e dez anos.
fonte: g1
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